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Última reunião da CIM abordou as parcerias e aquisições com impacto nos índices de concentração do setor segurador

30 de Maio de 2022 - Comissões da CNseg

A reunião de maio da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg (CIM) ocorreu remotamente no dia 25, tendo como primeiro assunto da pauta a apresentação da Certificação Avançada em Insurtechs, da Escola de Negócios e Seguros (ENS), feita por seu coordenador, Sami Hazan. 

A ideia da Certificação, ministrada totalmente online, explicou Hazan, foi inspirada em programa de instituição londrina, mas adaptado à realidade brasileira. Atualmente, já estão abertas as inscrições para a segunda turma, que inicia as aulas em 15 de agosto. Na primeira edição, os alunos estavam divididos em proporções iguais entre corretores, securitários e empreendedores com planos de investir no mercado segurador e, ao final do curso, tiveram que apresentar um estudo de caso relacionado a uma insurtech e baseado em perguntas estratégicas fornecidas pela coordenação. 

O tema seguinte da pauta da reunião foi a apresentação do estudo sobre Índices de Concentração do Setor Segurador, elaborado pela Superintendência de Estudos e Projetos da CNseg (SUESP). O estudo aborda duas metodologias: Concentration Ratio (CR) e HHI (Herfindahl-Hirschman Index). A análise foi elaborada pelo prêmio direto e o CR foi feito considerando as 5 maiores empresas de cada grupamento, com base em dados da Susep até dezembro de 2021, e foi apresentado pela coordenadora da CIM, Priscila Aguiar. 

Pelo HHI, os ramos elementares mantiveram uma baixa concentração, com exceção do seguro condominial, que, de 2020 para 2021, passou para concentração moderada. Já os seguros aeronáuticos e marítimos, que possuíam alta concentração, passaram também para moderada. 

Nos seguros de cobertura de pessoas, em geral, de baixa concentração, a alteração se deu no seguro viagem, que passou a apresentar um HHI moderado em função da diminuição da oferta gerada pela redução das viagens durante o período da pandemia.  

Com a compra da carteira de automóveis e de ramos elementares da SulAmérica pela Allianz, a seguradora alemã ganhou posições, alterando os índices dos seguros de automóvel e condominial. O mesmo se deu em relação ao seguro residencial, em que foi observada queda no HHI, após a entrada da XS3, fruto da parceria firmada entre a Tokio Marine e a Caixa Seguridade. No seguro prestamista, não houve alteração no HHI, mesmo com a entrada da XS2 Vida e Previdência, fruto da parceria da Caixa Seguridade com a CNP Assurances.

 

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